O selênio é um mineral presente no solo e em diversos alimentos. Descoberto em 1817, possui o símbolo químico Se e é caracterizado como um mineral não-metálico.
Os benefícios do selênio para a saúde
Outro fator que chama a atenção com relação ao consumo do selênio é a sua atuação na saúde cardiovascular e no combate ao câncer. Suas fortes propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias atuam diretamente na destruição de células dos radicais livres e no sistema cardiovascular como um todo.
As propriedades do selênio vêm sendo estudadas também no âmbito do combate ao diabetes. Diversas pesquisas sugerem que o mineral está diretamente ligado ao controle e combate do diabetes tipo 2, contudo, ainda não foram encontrados fatores que comprovem a sua ligação.
Também atua como produtor de prostaglandinas no organismo, substância que ajuda a regular a inflamação celular e colabora na redução das inflamações relacionadas com a artrite reumatoide.
Alimentos ricos em selênio
Na maioria das vezes, a quantidade de selênio presente nos alimentos depende da concentração do mineral existente no solo e na água onde o alimento foi cultivado.
No Brasil, o selênio é encontrado principalmente em nozes, castanhas, frutos do mar e em carnes provenientes de órgãos dos animais, como é o caso da carne de fígado. Entretanto, também é possível encontrar ótimas doses do mineral em alimentos como o atum, sementes de girassol, arroz branco, ovos e pão integral.
Assim como diversos outros produtos naturais, o selênio também é comercializado através de suplementos. Contudo, o mais indicado é consumi-lo, primeiramente, através dos alimentos, e utilizar os suplementos apenas em casos de extrema necessidade.
A dose diária ideal de consumo corresponde a 55 microgramas para adultos, e entre 60 e 70 microgramas ao dia para as mulheres grávidas e lactantes.
Até o momento, o nível de toxicidade do mineral se apresentou muito raro, mas pode ocorrer em locais onde o solo é dotado de altos níveis do mineral. Nos casos de intoxicação por excesso de consumo, foram identificados sintomas como alterações nas unhas e na pele, quedas de cabelo, cáries dentárias e alterações neurológicas. Os sintomas desaparecem com a suspensão do consumo.






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